De acordo com a FPF, “réplicas exatas” da pulseira serão colocadas à venda nas lojas Continente. Cada unidade terá um preço de um euro, dos quais 50 cêntimos revertem para a Liga Portuguesa Contra o Cancro.
A pulseira, entregue pelo primeiro-ministro, Luís Montenegro, aos jogadores da seleção nacional em homenagem ao futebolista Diogo Jota, será um símbolo da luta contra o cancro, anunciou a Federação Portuguesa de Futebol (FPF) esta terça-feira, dia de jogo da Seleção Nacional frente ao Usbequistão.
Agora, os adeptos já podem usar a mesma pulseira que acompanha a Seleção Nacional no Mundial 2026. O acessório, com as cores da bandeira nacional e os nomes dos 27 convocados para o Mundial2026 — incluindo o de Diogo Jota — é usada pelos jogadores durante a competição, que decorre até 19 de julho nos Estados Unidos, no México e no Canadá.
De acordo com a FPF, “réplicas exatas” da pulseira serão colocadas à venda nas lojas Continente. Cada unidade terá um preço de um euro, dos quais 50 cêntimos revertem para a Liga Portuguesa Contra o Cancro.

A iniciativa envolve a Fundação FPF, a Missão Continente e a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.
“A ideia deste projeto solidário (…) foi proposta pelo primeiro-ministro, e dará a todos os fãs da seleção nacional a oportunidade de apoiar Portugal de forma simbólica, partilhando o mesmo adereço usado pelos atletas, enquanto contribuem para a difícil luta contra o cancro”, informou a FPF.
Recorde-se que o internacional português Diogo Jota, de 28 anos, então jogador do Liverpool, e o irmão André Silva, de 25, que representava o Penafiel, morreram no dia 3 de julho de 2025 num acidente de viação na A52, em Cernadilla, Zamora, Espanha.
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