Como o tempo passa tão depressa e nada muda… Está o frio do Natal e ainda ontem estava o calor das férias.
Não será pelo frio que não sou fã do Natal.
E, nem nesta altura, deixo a cegueira que em alguns, todo o ano premeia.
À parte a histeria de demasiados consumistas, que acaba com a abertura das prendas e expectativas frustradas com o conteúdo das mesmas…
A hipocrisia social de gente que só se lembra que conhecem outros nesta época. Cuja cosmética de imagem dura, e nem em todos, algumas horas…
Antes, no trânsito, o espirito natalício já não mora…
Na solidariedade mediática porque visível de alguns… Desconhecedores de que importante não é convencer com palavras em circunstância, é surpreender com atitudes, todo o ano…
Há famílias, amigos, que não estão juntos, estão longe, (hoje mais por hoje razoes profissionais e económicas). Esses saberão dar valor à distância, a estar com as pessoas em certos momentos.
Para outros, ainda mais desfavorecidos, Natal é um dia igual aos outros…
Continua a haver guerra, falta de comida na mesa, oceanos de distancia entre si…pessoas que não podem dar um abraço.
Privilegiado, para mim chega um abraço… Esse é o espirito, devia ser…
Enquanto os valores não mudarem, meu querido Pai Natal, mesmo de vermelho e branco trajado, até tu estás despedido, por incompetência…
Amanhã, tudo como ontem…
Nota:
Um dia de Natal feliz a todos!
Vou ali, às rabanadas, e tirar um apontamento…ate terça!
