Normalmente, só o são para disfarçar ou esconder misérias, pessoais, sobretudo, intelectuais. Quem vive despreocupadamente não precisa de cenários teatrais.
O mundo está mudado. Exige adaptação.
As relações são efémeras, mágicas. Iniciam e logo desaparecem.
Anda tudo a reclamar, a apregoar “quero ter um namorado/a, a gritar “hoje em dia só me querem para sexo”. “Estou farto disto” ouve-se.
Mas de quem é verdadeiramente a culpa?
Quem se deixa levar por promessas fáceis! Quem esta insatisfeito consigo e não consegue dar! Quem procura e cede fácil a relações furtivas! Quem tenta sofregamente, sem pensar, sem ver, analisar! Sobretudo, quem não tem tempo para o luto e avança para nova relação sem curar feridas, num frenético desejo de esquecer!
Não de amar… e começa tudo mal… Onde reside o culpado?
Já nem se fala no sentir, desejar, gostar… algo extraordinário raro e para o que, parece, já não haver tempo. Vocação… diria! Alguns nunca saberão o que é. Já não lhes terá sido transmitido.
Anda tudo carente de afetos…
É o isco, a lacuna. Muito pulha masculino e feminino por ai aproveita. São a raça que mais se safa. Ser cabrão e moda e dá frutos. Tem procura…
No masculino basta ser falso meigo e falso atencioso.
No feminino, revolucionadas as mentalidades oprimidas, o exagero. Sem conta peso e medida, com a cassete a moda ditatorial, megafoniza-se o direito de viver, fazer o que se quer e sentir-se mulher. O escriba só não percebe o que a nudez e lasciva têm a ver com isto. Culpa própria… admite.
Como se ser galanteada/o sem sentimento ou paixão pudesse levantar a moral… Só, mesmo a quem anda de joelhos e não tem amor-próprio.
E lá andam, uns e outros neste mundo à pesca. E, já se sabe, quem vai à pesca de pessoas escolhe o isco consoante o peixe…Só interessa o que querem e não o que podem ter. O que mostram ser, e não o que são. O que mostram ter e não o que não tem.
Enganando-se. Têm o que querem, o que procuram. Não sei porque se queixam…deviam andar radiantes!
Não é gente que pensa! É gente adormecida, gente irreal…Bom, só se estraga uma casa…
Eu aguardo apreço sincero e honesto.
Nota:
FORÇA PORTUGAL!
FORÇA RONALDO!
(Curioso por ver como vão ajudar a França, mais uma, e tanta, vez…)
Vou ali, SENTIR “A Portuguesa”, e tirar um apontamento… até terça!
