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Beatriz Gosta pinta a maternidade com um realismo desconcertante

A humorista recorreu esta terça-feira às redes sociais para informar os seus seguidores que, “faz hoje uma semana“, que regressou a casa com a filha que nasceu no passado dia 14.

Faz hoje uma semana que saímos do Hospital assim…exauridos da vida, parecia que tínhamos sido atropelados por um camião tir. Mas não, foi só a vinda da nossa filha linda, Luiza“, começou por contar Beatriz Gosta na legenda da foto que ilustra as suas palavras.

Antes da saída, a enfermeira dá as últimas dicas enquanto eu amamento para a viagem e o pai cochila em cima da mão com o cotovelo na cama“, continuou, descrevendo sem qualquer romantismo ou tabus os dias passados na unidade de saúde: “A auxiliar vem à frente carregando a menina e nós atrás, cheios de sacos e malas onde enfiamos a tenda que montamos durante 3 dias naquele quarto que já fedia a queijo, de tanto aquecimento, cocó, sangue, colostro, suor, comida, peidos…sei lá“.

O Daniel Castro Félix sempre firme, já eu, frágil de cabelo desgrenhado com uma barriga como se estivesse de 5 meses, mama gretada em ferida, fralda cheia de sangue, uma flor de hemorroidas dos puxões do parto e a arrastar a chinela pois o pé inchado não coube na tilha“, relatou sem medo de não romantizar a ideia geralmente transmitida do parto.

Ter os amigos à espera era o aconchego ideal. “Capicua à nossa espera cá fora com o (filho) Romeu e (o companheiro, o guitarrista) Pedro Geraldes à espera do reboque na autoestrada com o carro que nos ia emprestar que entretanto avariou“, um azar nunca vem só: “Prontos, são vidas…“.

Apesar de tudo a felicidade era plena: “O dia estava lindo e nós felizes por ir para casa com ela. A Fisga está à nossa espera“.