Tozé Santos e Sá

Advogado

Refugiados conquistadores!

Historicamente é conhecida a acção premeditada de certa religião em colonizar aqueles a quem chamam os infiéis.

Problemático e psicótico é tratar-se de uma ideia transversal a todos os que comungam da fé em Alá e no Corão e não algo isolado aos seus líderes. São os mesmos que juraram exterminar os cristãos e estes, como Cristo, estão agora a dar a outra face…

Já não bastava a chinesada que anda, em surdina, a colonizar o mundo, temos agora que levar com uns demasiados milhares de oportunistas a infiltrar-se numa civilização com a qual não se identificam e, pior, não têm intenções de se identificar, antes claramente de evangelizar à sua maneira e tomar pela força o que já começaram.

Será que são humildes, com vontade de integração e de comunhão como todos os outros emigrantes que conhecemos? A forma como entram, com uso da força e violência contra as autoridades e exigências várias de autocarros e países, a negação de alimentos só porque tem uma cruz, o despejar cristãos de um barco, o insultar e chamar prostituta a uma mulher que caminhava ao seu lado só porque vestia de forma ocidental, diz-nos que não, e isso deve preocupar-nos.

Será que vão mudar a sua mentalidade, cultura e valores? Bem sabemos que não, que são fanáticos. Mas só quando tivermos apedrejamentos de mulheres, condenações por infidelidade, roubos, mortes, atentados, destruição de património e outras coisa mais, é que aqui del rei.

E o controle sanitário e de eventuais pertencentes ao estado islâmico já não são preocupação?

Quantos mais virão? Todos os que quiserem porque eles já ditam leis, e se abriram a porta a uns, têm de a abrir a todo. Alguém acredita que eles algum dia estariam dispostos a receber cristãos e a fazer o mesmo por eles?

Estamos perante uma viragem civilizacional: a colonização de africanos muçulmanos á europa, pelo aproveitamento das circunstâncias. Feitos parvos, andam os europeus felizes e contentes a receber quem deles não gosta, nem os restantes muçulmanos ricos das arabias… E já se sabe, misturar cães com gatos nunca deu bom resultado.

Tanta comoção e emoção escondida de que não se ajuda os sem-abrigo e só se viram para dádivas externas, com casas novas e equipadas, subsídios, alimentos… Faz lembrar uma moda ocidental de tratar melhor os de fora que os de casa.

Estou em crer que a melhor ajuda que se poderia dar, seria aproveitarem o uso da força que têm demonstrado para exigir direitos à europa, e a pujança com que a obrigam a recebe-los, canalizar essas energias para depor os seus governantes. Como fizeram outros cidadãos em tantos países por esse mundo fora. Impedi-los de entrar, deporta-los e ajuda-los a depor os seus líderes é o que deve ser feito.

Não pode ser uma criança morta por incúria de um pai, que pôs a sua vida em risco – em qualquer país civilizado seria responsabilizado por isso – que nos pode demover, quando a todos os minutos morrem crianças à fome e assobiamos para o lado…

O futuro e convivência pacífica devia preocupar-nos. Não ter memória curta devia ser lei universal. Em tudo na vida, só quem nos acrescenta é que deve estar perto…

Vou ali, manifestar-me e tirar um apontamento…Até terça!