Eu quero viver um grande amor! Sincero. De entrega mútua e total. De aceitação. De respeito.
Não sou o único. Aliás, todos os dizem. Mas do dizer ao fazer sempre vai uma pequena, enorme, distância. Para alguns, insuperável. Porque à mulher de César não basta sê-lo…
Hoje em dia, muitos, demasiados, cedem ao glamour e não fazem ideia, pior! Não querem nem fazer, do trabalho que dá conquistar, ter, manter… E, facilmente desistem.
O que escasseia em romantismo sobeja em mediatismo, facilitismo.
Amar alguém e receber em troca o seu amor é a coisa mais preciosa do mundo.
Todos nós precisamos de companhia. Por natureza, um ser humano só é um ser triste.
Outros há, que gostam de ser enganados, enganando também, em troca de boa vida, mas esses terão o seu tempo aqui…
Nota:
A vida é como o estrume. Quando usado para fins fertilizante é eficaz e barato. Fora do seu uso, pisado inadvertidamente, é coisa repugnante.
Há gente pior que estrume. Que não tem qualquer utilidade ainda que usado para o fim a que se destina.
As pessoas não mudam, revelam-se. Podem enganar algum tempo, não enganam todo o tempo, ainda que servidos em porcelanas, linhos ou cristais…
Por volta de 2000, com o processo Casa Pia, os filhos eram usados para, a laia de abusos sexuais, ser arma de arremesso da guerra entre pais.
Modernizou-se e agora, é usada a nova lei da violência domestica, com os mesmos fins.
Muito estrume…
Vou ali, sonhar com um mundo melhor, e tirar um apontamento… ate terça!
