Vejo! Penso! Analiso! Pergunto-me!
Pessoas, sociedade, comportamentos…
Será que as pessoas já não se divertem?
Já deixaram de saber como?
Desaprenderam?
Modificaram, seguramente.
Já não sabem estar sozinhas, acompanhando a sua companhia?
Saberão o que é viver sem telemóvel, internet…? Só estar, ali! Com quem as rodeia.
Pagam bilhete para ver um espectáculo desportivo e só olham, e olham, para acenar ao ecrã gigante! Não pagaram mais para ver o jogo? Tiram fotos e fotos. Estão de costas.
Estão, sera que vão?, a um evento musical, restaurante, sair a noite e, só, só estão a tirar fotos, e fotos, para por nas redes sociais. Contam, ansiosamente, likes e comentários.
Apercebem-se de alguma coisa?
Não vejo mal em tirar uma, vá lá, duas ou três, para recordar. Escravização não.
Agora, o prazer está em não viver como somos? Mas viver como nos inventam?
Não! Não podemos frequentar as coisas sem as viver!
A consciência alarga-se, o caracter atrofia-se.
Quanta felicidade em coisas insignificantes.
Quanto sorriso instantâneo!
Verdadeira/os?
A hipocrisia é um monumento partilhado.
Chegamos à conclusão que os que não são iguais a esses, é que estão mal, é que se sentem mal. E sentem na realidade!
Sairam sozinhos.
Estes são obra da diferença. Da saudável e resistente diferença, criticada.
Os que não se deixam cair nos novos hábitos. E o pior de tudo é cair em hábitos.
Haverá sempre a tentação de os quebrar. É o que somos. É o que nos deixamos ser.
Nota:
Cientistas americanos, liderados por uma, insuspeita e agradada, bióloga evolutiva, nos intervalos das descobertas de armas químicas no Irão e na Síria, fonte inabalável da CIA, concluíram que “os machos dotados de grandes testículos estão mais interessados em acasalar e fecundar fêmeas, enquanto os de testículos menores se empenham mais em criar os bebes”.
Falamos, evidentemente, de homens, o que inclui machos e não machos, como e bom de ver.
É a chamada repartição de tarefas. A razão de ciência de que “ Cada um nasce para o que nasce. “ e so alguns vestem saias…
Para acalmar certas almas másculas, desconhece-se o tamanho da mão da cientista, nem ela, contrariada, se encontra disponível para testar mais homens para “fecundar” a sua tese.
Vou ali, fazer umas medições, tirar um apontamento… até terça!
