Crime

Uma aldeia, isolada no tempo e no espaço, vive vulnerabilidades e desenvolve ilusões até ao ponto do não regresso. Uma espiral de violência social, violência irracional, como todas as violências. Num ambiente bruto as tensões são limites. O medo da diferença explode nas consciências, tirando-lhes o chão. Todos somos cúmplices. Todos somos assassinos. Do silêncio até ao fogo.

Texto: Bernardo Santareno
Encenação: Pedro Fiúza
Interpretação: Ana Rita, André Martins, Carolina Dinis, Catarina Gomes, Catarina Mendonça, Francisco Campos Lima, Gustavo Sampaio, Inês Pelota, Katarina Penso Maia, Miguel Ribeiro, Sara Maia
Cenografia: Diana Machado, Maria Nogueira*
Figurinos: Bárbara Amorim, Daniela Diogo, Sofia Lopes, Vanessa Pereira
Adereços de actor: Verónica Araújo
Som: João Brito, João Nunes
Luz: Tomás Torres, Zé Diogo Cunha
Design gráfico: Zé Diogo Cunha
Produção: ACE Teatro do Bolhão