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Nascida em Salvador, Bahia, Nega foi convidada na adolescência para integrar o Grupo Cultural Bagunçaço (projecto direccionado às crianças em situação de risco social). O seu talento para a música foi logo percebido e Jaci tornou-se vocalista de duas bandas, Sucata Mania e Percucia. Com esta última gravou o CD “Toque Bahia”, cujo repertório se identifica com as raízes musicais africanas, um misto de ritmos afro-brasileiros e norte-americanos.
O trabalho desenvolvido enquanto vocalista das duas bandas proporcionou a Jaci a abertura de grandes concertos, como o da cantora Maria Rita. Teve também a oportunidade de cantar para muitas figuras ilustres como o ex-presidente do Brasil, Lula da Silva, e a rainha Sílvia da Suécia – num espectáculo produzido no próprio Castelo Real e onde Jaci se destacou pela sua voz particular.
O timbre da sua voz e o seu carisma chamou a atenção e o interesse da célebre cantora brasileira Margareth Menezes, que a convidou para integrar a sua banda. Nega passou a acompanhá-la durante alguns anos como membro do coro, o que lhe proporcionou a presença em palcos como o Canecão, no Rio de Janeiro, Festival de Verão de Salvador, Micaretas e trios eléctricos em vários estados brasileiros, bem como a gravação de dois álbuns: “Tete a Tete Margareth” e “Festival de Verão Salvador ao vivo”.
Nestes espectáculos, Jaci partilhou o palco com outros grandes nomes da MPB (Música Popular Brasileira) como Ivete Sangalo, Alcione, Cidade Negra, Gabriel O Pensador, Sandra de Sá, Elba Ramalho, Gilberto Gil e Caetano Veloso, entre outros.