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Uma carta-branca é sempre um desafio estimulante. E entusiasmante, sobretudo entusiasmante. É também a oportunidade de darmos corpo a ideias de projetos menos convencionais, talvez até improváveis.

Quis juntar alguns dos músicos com quem tenho tido, ao longo dos anos, um enorme prazer em tocar, e assumir com eles a minha paixão pela música africana. Acho que dificilmente arranjaria melhor companhia. Julian Argüelles, nos saxofones, Helge Norbakken na percussão, Alexandre Frazão na bateria, Bernardo Moreira no contrabaixo, Tcheca na guitarra e voz e eu no piano e composição. Para mim é um grupo de sonho. Um grupo que, com músicos de cinco países, presta homenagem à universalidade da música. Vai ser difícil esperar pelo dia 6 de Outubro.