Tudo o que se vai passar aqui é demasiado novo, experimental, inédito. Iminente. Próximo, a acontecer no momento, urbano, explosivo, enérgico, excitante, efémero, imprevisível.

Esta é a primeira edição de um festival que junta a nova música à nova arte numa experiência de intensa intimidade colectiva.

Tudo o que se vai passar aqui ainda não foi feito. Pelo menos por nós. Mas tem tudo para correr bem. Curadoria do VHILS e da Underdogs. Produção da UAU, numa iniciativa da Câmara Municipal de Oeiras.

O mais inovador line-up de artistas plásticos e de música portuguesa num festival nacional. Raro. Não há provas que funcione. Tudo indica que sim. Também é a primeira vez que alguém tem a ousadia de juntar os mais relevantes representantes da nova arte e música nacionais num jardim em Oeiras. Juntas para 3 dias de festa, expressão e provocação artística.