Capitão Fausto

Os Capitão Fausto serão, eventualmente, a banda-paradigma de quem vence e arrecada os melhores adjetivos porque o caminho só poderia implicar-lhes coroação.

Constituídos por Tomás Wallenstein, Domingos Coimbra, Francisco Ferreira, Manuel Palha e Salvador Seabra, têm três LPs editados: “Gazela” (2011), “Pesar o Sol” (2014) e “Capitão Fausto Têm os Dias Contados” (2016).

Com o último registo, mais cheio de tudo – arranjos de metais, outros instrumentos de sopro e um compassar distinto no rasgar das guitarras – atingem aquele cliché que lhes serve como um vestido de gala, justo e perfeito: a maturidade.

Sobem na cronologia da vida e das melodias, equilibrando as mundividências e o apuro técnico, instrumental e composicional, como trapezistas desmedrosos e arrojados que balançam em elevados tetos e sem rede.

As canções do terceiro e mais forte disco dos Capitão Fausto são cozinhadas entre o rock e a pop e liricamente oferecem narrativas de quem soube crescer e pensar bem em como crescer. Ora simples, ora épicas, as velocidades são várias para viciar aos primeiros acordes.

Em 2017 arrancam com a sua digressão de teatros:
4 de fevereiro – Torres Novas – Teatro Virgínia
10 de fevereiro – Tondela – Acert
11 de fevereiro – Braga – Theatro Circo

3 de março – Leiria – Teatro José Lúcio da Silva
4 de março – Alcobaça – Cine Teatro
10 de março – Sintra – Centro Cultural Olga Cadaval
11 de março – Ovar – Centro de Artes de Ovar
18 de março – Portalegre – CAE
25 de março – Vila Real – Teatro de Vila Real